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mimmos | 2ª Edição

nas ruas, praças e jardins
de Agualva e Mira Sintra

5 – 14 Julho
historial

Valdevinos Teatro de Marionetas (Portugal)


Apesar das novas tecnologias se imporem à velocidade de uma estrela cadente, nada sobrepõe o imaginário de uma criança. E é para elas, as crianças que, há dezoito anos lhes dedicamos o nosso trabalho. Em Sintra começámos e em Sintra continuamos, onde a realidade urbana e rural se tocam e se tornam um desafio aliciante. As memórias são muitas, já lá vão trinta e oito produções e um espólo de duzentas e cinquenta marionetas, mas olhamos o presente com a mesma persistência e paixão com que apresentámos em 1998, a primeira produção, “O lorpa” de António Pedro.

Ao longo destes anos, partilhados com muitos companheiros e apoiados por aqueles que acreditam em nós, estes Valdevinos têm seguido um percurso natural, aprendendo, ensinando, divertindo… levámos a cena muitos textos, alguns originais, outros tantos de autores portugueses como António Pedro, António Torrado, Jorge Salgueiro, José Gomes Ferreira, Alice Vieira, José Jorge Letria, Luis Vaz de Camões, Margarida Botelho e ainda uma mão cheia de clássicos da literatura infantil, Charles Perrault, Irmãos Grimm ou Miguel Cervantes.

Procuramos abordar diversas temáticas e técnicas, utilizar vários materiais, acolher todas as ideias e gostamos de levar o nosso teatro a todos os lugares, não só em sítios fixos, mas sobretudo em regime de itinerância em escolas, bibliotecas, praias, feiras ou locais que, pela sua especificidade, se adequem ao espirito mágico que o espectáculo de marionetas, sem dúvida, tem capacidade de propor, valorizando e fomentando o gosto por esta arte.

Em Março 2015 inaugurámos a Casa da Marioneta de Sintra. Este espaço promove uma maior ligação à comunidade, ao universo temático (sensibilização ambiental, gosto pelo livro e leitura, entre outros) e ao espólio da companhia, através de actividades programadas, de carácter pedagógico e lúdico, dirigidas a públicos diversos. Pretendemos desenvolver o gosto e o respeito por esta arte, criando experiências gratificantes que fomentem visitas regulares, numa perspectiva de educação não-formal, que contribuam para a valorização do património cultural e integração social.

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